O sorriso de criança meu coração impõe ao rosto.
Da janela do seu quarto podemos ver a lua.
Ela brilha por nós. Agora somos nós.
Eu e você. A vera. Sem volta. Sem medo.
Com os freios não mais usados
E olhos já não fechados.
Prontos pra viver
Pra sentir
Pra ser parte
Em vez de só fazer parte.
Eu me entrego
Corpo, alma e coração
Na tua mão
Pra ser quem te faz feliz
E ser aquela que diz
Sem hesitar
Que é tua.
Agora ainda mais
E que já era
Mesmo antes de ser.
Se entrega, meu bem
Se entrega também
Que é pra gente empatar,
Pra variar.
Impossível parar de sorrir
Deitada do teu lado
Depois da melhor surpresa
Que eu (não) podia esperar.
A lua ainda nos acompanha.
A noite é nossa. É nosso dia, agora.
Com a cabeça encostada no seu peito
Eu ouço as batidas do seu coração
Me pedindo pra com você ficar.
E dizendo pra eu não ter medo,
Que é nos teus braços o meu lugar.
E eu acreditei.
Sem pensar, me entreguei
Me joguei
Simplesmente me apaixonei.
Então eu rezo
Pra não serem só
As minhas pernas que tremem
Ao ver você chegar,
O meu coração a disparar,
Os meus olhos a me entregar
Toda pra você.
Pra você vir comigo
Se atirar de cabeça
Nesse meu sonho
Em minha vida
Nessa minha louca alegria.
E pra você perceber,
Ter certeza e entender
Que é você tudo que eu queria.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Só talvez.
Talvez não valha a pena ser assim tão transparente.
Talvez não se deva falar em voz alta o que dita o coração.
Talvez não seja certo acreditar cegamente.
Seja imprudente se entregar loucamente.
Talvez seja tolice escrever sobre uma coisa só.
Talvez seja burrice ter coragem num mundo covarde.
Talvez, idiotice não temer quando quem importa morre de medo.
Talvez os bêbados nos bares tenham razão.
Talvez não se deva assumir o que se passa dentro da gente.
Talvez seja besteira publicar poemas em um blog.
Talvez a gente deva jogar, pra não se machucar.
Talvez seja certo se esconder, não viver,
Não sorrir pra não saber chorar.
Não se deixar levar.
Talvez seja verdade quando se diz
Que nunca se pode ser totalmente feliz.
Talvez eu seja burra demais,
Corajosa demais,
Boba demais,
Imprudente demais,
Ou transparente demais
Pra entender
Ou dar ouvidos a isso.
Talvez eu só esteja gostando demais.
Mas só talvez.
Talvez não se deva falar em voz alta o que dita o coração.
Talvez não seja certo acreditar cegamente.
Seja imprudente se entregar loucamente.
Talvez seja tolice escrever sobre uma coisa só.
Talvez seja burrice ter coragem num mundo covarde.
Talvez, idiotice não temer quando quem importa morre de medo.
Talvez os bêbados nos bares tenham razão.
Talvez não se deva assumir o que se passa dentro da gente.
Talvez seja besteira publicar poemas em um blog.
Talvez a gente deva jogar, pra não se machucar.
Talvez seja certo se esconder, não viver,
Não sorrir pra não saber chorar.
Não se deixar levar.
Talvez seja verdade quando se diz
Que nunca se pode ser totalmente feliz.
Talvez eu seja burra demais,
Corajosa demais,
Boba demais,
Imprudente demais,
Ou transparente demais
Pra entender
Ou dar ouvidos a isso.
Talvez eu só esteja gostando demais.
Mas só talvez.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Não tente entender
Ele me quis com as dúvidas, confusões e o que mais viesse de brinde.
Pretendeu secar meu pranto, preencher o vazio cego que me habita.
Ele quis me desafogar do mar de amores no qual eu insistia em afundar.
Se pôs de pé, estendeu a mão e insistiu em me salvar.
Ele sorriu, pelo simples fato de eu estar ali, como quis que fosse.
Assumiu os riscos e se contentou, por saber que dele eu era aquela noite.
Ele estava sóbrio. Não queria perder um segundo. Me apertou contra o peito como se o tempo fosse parar e ali seria feliz.
Ele me deu o valor que eu podia jurar não ter.
Me beijou como se fosse esquecer da vida por mim.
Ele me fez chorar, por mostrar que eu merecia mais.
Ele me fez sorrir, sem razão.
Ele foi pra mim.
Ele foi tudo.
E não foi nada.
Porque ele não foi você.
Pretendeu secar meu pranto, preencher o vazio cego que me habita.
Ele quis me desafogar do mar de amores no qual eu insistia em afundar.
Se pôs de pé, estendeu a mão e insistiu em me salvar.
Ele sorriu, pelo simples fato de eu estar ali, como quis que fosse.
Assumiu os riscos e se contentou, por saber que dele eu era aquela noite.
Ele estava sóbrio. Não queria perder um segundo. Me apertou contra o peito como se o tempo fosse parar e ali seria feliz.
Ele me deu o valor que eu podia jurar não ter.
Me beijou como se fosse esquecer da vida por mim.
Ele me fez chorar, por mostrar que eu merecia mais.
Ele me fez sorrir, sem razão.
Ele foi pra mim.
Ele foi tudo.
E não foi nada.
Porque ele não foi você.
sábado, 5 de junho de 2010
Ainda bem.
Eu não tomei cuidado.
Fui teimosa, não ouvi.
Dei as costas a conselhos, avisos
E alertas que todo o mundo insistiu em dar.
Me deixei levar.
Pelo seu sorriso, seu olhar.
Em uma noite que eu e você mal conseguimos lembrar.
Sem medo de me arrepender.
Sem pensar em voltar atrás.
Sem querer querendo.
Eu sendo eu e você, você.
E agora é assim.
Eu, sem conseguir entender.
E não querendo nem saber.
Porque tudo é mais legal quando é com você.
Sem precisar de razão
porque ou explicação.
Podem me chamar de boba.
Agora eu ando
Sorrindo pelos cantos.
Sendo boba.
Sendo outra.
Sendo feliz.
E é bom demais.
Fui teimosa, não ouvi.
Dei as costas a conselhos, avisos
E alertas que todo o mundo insistiu em dar.
Me deixei levar.
Pelo seu sorriso, seu olhar.
Em uma noite que eu e você mal conseguimos lembrar.
Sem medo de me arrepender.
Sem pensar em voltar atrás.
Sem querer querendo.
Eu sendo eu e você, você.
E agora é assim.
Eu, sem conseguir entender.
E não querendo nem saber.
Porque tudo é mais legal quando é com você.
Sem precisar de razão
porque ou explicação.
Podem me chamar de boba.
Agora eu ando
Sorrindo pelos cantos.
Sendo boba.
Sendo outra.
Sendo feliz.
E é bom demais.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Meu dia, minha chuva.
Pela décima oitava vez, chove no dia do meu aniversário.
Pela primeira vez, isso não tem a menor importância.
Talvez, porque depois de tanto tempo eu tenha desistido de esperar pelo sol. Não. Na verdade é porque tudo está tão perfeito, tão certo, que a chuva não passa de um sinal, avisando que algo maravilhoso e inesperado está pra acontecer.
Chegar a mairoidade com o sentimento de ter trilhado, até ali, o caminho certo é coisa pra poucos. É meio pretensioso. Quem, tão cedo na vida, pode ter essa certeza? Eu tenho. Não é que eu tenha feito tudo certo, longe disso. Mas quando penso nas pessoas que hoje tenho ao meu lado, percebo que nada poderia ter sido diferente. Os amores, desamores, conflitos, desencontros, encontros e... "acasos".
Cada detalhe, cada raio de sol que brilhou sobre meus cabelos, cada pequeno passo que dei, fez a diferença.
Hoje é meu dia de agradecer. Esse é meu texto de agradecimento.
Obrigada, a todos que cruzaram meu caminho, que ajudaram a escrever minha história, a me escrever. Obrigada pelos sorrisos, pelas lágrimas. Obrigada por me darem de presente o brilho
que hoje carrego em meus olhos. Obrigada por serem os guias que me trouxeram, desse jeito, até aqui.
Obrigada, minha família, por sempre me dar mais amor do que o mundo pode comportar, do que se pode imaginar existir.
Obrigada, meus amigos, por muito já terem me cedido um ombro pra chorar e por sempre alegrarem minhas alegrias.
Obrigada, novos personagens no meu conto de fadas (novos, apenas, não menos importantes). Tenham certeza que é de vocês que vem uma enorme parte dessa minha energia de pular da cama e todo dia ser muito feliz.
Obrigada, maioridade, por me mostrar que é possível crescer sendo criança.
Obrigada, destino, por sempre me levar no lugar certo, na hora certa.
Obrigada, 2010, por estar sendo o ano mais surpreendente de todos.
Obrigada, vida, por ser tão maravilhosa.
Obrigada, chuva, por continuar caindo.
P.S.: Obrigada por fazer com que o dia de hoje também não precisasse ter sentido pra ser muito bom.
Pela primeira vez, isso não tem a menor importância.
Talvez, porque depois de tanto tempo eu tenha desistido de esperar pelo sol. Não. Na verdade é porque tudo está tão perfeito, tão certo, que a chuva não passa de um sinal, avisando que algo maravilhoso e inesperado está pra acontecer.
Chegar a mairoidade com o sentimento de ter trilhado, até ali, o caminho certo é coisa pra poucos. É meio pretensioso. Quem, tão cedo na vida, pode ter essa certeza? Eu tenho. Não é que eu tenha feito tudo certo, longe disso. Mas quando penso nas pessoas que hoje tenho ao meu lado, percebo que nada poderia ter sido diferente. Os amores, desamores, conflitos, desencontros, encontros e... "acasos".
Cada detalhe, cada raio de sol que brilhou sobre meus cabelos, cada pequeno passo que dei, fez a diferença.
Hoje é meu dia de agradecer. Esse é meu texto de agradecimento.
Obrigada, a todos que cruzaram meu caminho, que ajudaram a escrever minha história, a me escrever. Obrigada pelos sorrisos, pelas lágrimas. Obrigada por me darem de presente o brilho
que hoje carrego em meus olhos. Obrigada por serem os guias que me trouxeram, desse jeito, até aqui.
Obrigada, minha família, por sempre me dar mais amor do que o mundo pode comportar, do que se pode imaginar existir.
Obrigada, meus amigos, por muito já terem me cedido um ombro pra chorar e por sempre alegrarem minhas alegrias.
Obrigada, novos personagens no meu conto de fadas (novos, apenas, não menos importantes). Tenham certeza que é de vocês que vem uma enorme parte dessa minha energia de pular da cama e todo dia ser muito feliz.
Obrigada, maioridade, por me mostrar que é possível crescer sendo criança.
Obrigada, destino, por sempre me levar no lugar certo, na hora certa.
Obrigada, 2010, por estar sendo o ano mais surpreendente de todos.
Obrigada, vida, por ser tão maravilhosa.
Obrigada, chuva, por continuar caindo.
P.S.: Obrigada por fazer com que o dia de hoje também não precisasse ter sentido pra ser muito bom.
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